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segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Monumento Glória Imortal aos Fundadores de São Paulo


28-07-07_0953
Originally uploaded by Robson1
O monumento foi erigido em 1925 durante a administração do prefeito Firminiano de Moraes Pinto para marcar a coluna histórica.

O monumento é de Amadeu Zani - artista italiano que veio para o Brasil em 1887. Foi professor do Liceu de Artes de Ofícios tem vários monumentos espalhados pela cidade como a escultura em homenagem a Giuseppe Verdi que está no Vale do Anhangabaú sendo o marco em granito, tendo no topo uma figura feminina (Glória) em bronze que mede 3,71X2,00 e o pedestal em granito.

É um marco cujo posicionamento reafirma a simbologia associando-a às condições de instalação no topo da colina histórica, marco do lugar da fundação de São Paulo. O monumento está posicionado, mantendo o olhar da figura feminina Glória, em direção ao centro da antiga praça da Sé, de costas para o vale do Tamanduateí.


Data: 28/07/07 às 09h53

terça-feira, 24 de julho de 2007

Glória Imortal aos Fundadores de São Paulo

Glória Imortal foi erigido em 1925 durante a administração do prefeito Firminiano de Moraes Pinto para marcar a coluna histórica.

O monumento é de Amadeu Zani - artista italiano que veio para o Brasil em 1887. Foi professor do Liceu de Artes de Ofícios tem vários monumentos espalhados pela cidade como a escultura em homenagem a Giuseppe Verdi que está no Vale do Anhangabaú sendo o marco em granito, tendo no topo uma figura feminina (Glória) em bronze que mede 3,71X2,00 e o pedestal em granito.

É um marco cujo posicionamento reafirma a simbologia associando-a às condições de instalação no topo da colina histórica, marco do lugar da fundação de São Paulo. O monumento está posicionado, mantendo o olhar da figura feminina Glória, em direção ao centro da antiga praça da Sé, de costas para o vale do Tamanduateí.

A mulher no topo (Glória) representa a cidade carrega um ramo de louro, uma foice e uma tocha representando respectivamente a glória, o trabalho e o fogo simbólico representando a cultura e a religião.

Solar da Marquesa


O palacete foi construído em 1712 um rico português chamado André Álvares de Castro. Em 1802 o Brigadeiro Joaquim José Pinto de Moraes Leme entrou na posse do imóvel recebendo-o como pagamento de dívidas. Em 1843, a Marquesa o adquire.

Até 1867, ano do falecimento da Marquesa, foi esta casa palco de vários acontecimentos marcantes na vida da aristocracia paulistana, seja pelo seu casamento ao cel. Tobias de Aguiar, político influente e de imensa fortuna, seja pela inúmeras comemorações suntuosas registradas em crônicas da época e que celebrizaram o ''Palacete do Carmo''.

Herdado por seu filho, o casarão é posto em hasta pública em 1879, por ocasião do falecimento deste. Quem arremata é a Mitra Paulistana, para ali instalar em 1880 o Palácio Episcopal que ali ficou até 1909, quando comprou o imóvel a ''The São Paulo Gas. co. ltd.'' A partir de 1975, passou a ser ocupada pela Secretaria Municipal de Cultura.

A Cúria, quando ocupou o prédio, entendeu que as pinturas que a Marquesa mandara executar nas paredes e forros em ''obscenas'' e foram recobertos por camadas de tinta. Essas pinturas teriam como personagens, por exemplo, Napoleão e foram consideradas assim porque não retratavam cenas bíblicas e cairiam no desagrado dos bispos que iriam morar ali.